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Conselho de Assessoramento Superior analisa plano de carreira
dos servidores.
Reunião será realizada na próxima
segunda-feira, 21 de dezembro
Na
próxima segunda-feira, 21 de dezembro, o Conselho de
Assessoramento Superior do Ministério Público da União se reúne,
às 17h, na Procuradoria Geral da República para apreciar o
anteprojeto de lei que dispõe sobre a carreira dos servidores do
Ministério Público da União. O Conselho, cujo presidente é o
procurador-geral da República, Roberto Gurgel, é integrado pela
vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, e pelos
procuradores-gerais do Trabalho, da Justiça Militar e da Justiça
do Distrito Federal e Territórios.
Ontem, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou,
por unanimidade, o anteprojeto de lei que altera os dispositivos
da Lei nº 11.415/2006. Em seu voto, o conselheiro Bruno Dantas,
relator da questão, analisou a justificativa do procurador-geral
da República e o estudo para implantação do plano de cargos e
salários: três parcelas anuais, sendo a primeira em agosto de
2010; as outras são em agosto de 2011 e agosto de 2012. Além dos
vencimentos dos cargos efetivos, o estudo aborda o reajuste da
CC1, CC2 e CC3.
As propostas sugeridas pelo Fórum das Associações foram aceitas
pela Administração da PGR. Entre outros pontos, Gurgel destacou
que a proposta de projeto de lei visa a “sanar as discrepâncias
que vêm dificultando o desempenho do MPU e valorizar os
servidores, estabelecendo justa recompensa e perspectivas de
desenvolvimento profissional”.
O conselheiro Bruno Dantas salientou que a proposta do MPU é
semelhante à do Poder Judiciário. Por isso, não se opôs ao
projeto. “Especialmente porque sua implantação ocorrerá em três
parcelas anuais, a primeira em 2010 e a última em 2012”. Além
disso, o conselheiro afirmou que o plano está de acordo com os
limites de responsabilidade fiscal, “como atesta o estudo
apresentado pela Secretaria de Planos e Orçamentos da
Procuradoria Geral da República”.
O novo texto do plano ajusta a redação da proibição do nepotismo
no MPU de acordo com a Súmula Vinculante nº 13 do Supremo
Tribunal Federal e com a Resolução nº 37 do CNMP. O projeto
propõe, também, a possibilidade de se exigir prova prática e de
esforço físico, bem como exame psicotécnico e/ou psicológico
para o ingresso na carreira. O conselheiro cita que Abin,
Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Câmara dos
Deputados, Senado Federal, Câmara Legislativa, entre outros
órgãos, aplicam tais exames nos seus concursos. “Não há
acréscimo de despesa para a União, pois a realização dos testes
ocorre no bojo do processo seletivo do concurso público,
custeado por meio de taxa específica”.
A exigência de experiência profissional também consta no texto.
“Deve-se registrar também a adequação do tema, posto que
embasado em forte entendimento jurisprudencial”, relata Dantas.
O relator concordou com o procurador-geral em outro ponto: o de
que a soma dos valores do vencimento básico e da gratificação da
atividade do MPU não pode ultrapassar 75% do valor do subsídio
de promotor de justiça adjunto do MPU. “Tal disposição tem por
escopo preservar a relação hierárquica existente entre membros e
servidores e equilibrar a retribuição pelo trabalho de cada um,
coerente com o nível de responsabilidade atribuível aos membros
e aos servidores”.
Sobre o reajuste no vencimento, Dantas concluiu que guarda
isonomia e paridade com aqueles propostos pelo Poder Judiciário
da União, que já foram enviados ao Congresso Nacional por meio
do PL 6613/2009. “Quanto ao aumento a ser concedido aos
ocupantes de cargos em comissão, nível CC-1 a CC-3, há coerência
em relação à responsabilidade destes servidores, que não tiveram
aumento compatível com aquele concedido para os demais cargos em
comissão quando da edição da Lei 11.415/06”.
Fonte:
PGR informa

Senado aprova congelamento de salário
dos Servidores Públicos.
Brasília -
18/12/2009 - O Projeto de Lei nº 611/2007 que congela os
salários dos servidores públicos até o ano de 2016, aprovado
nesta quarta-feira [16] pelo Senado Federal, vem recebendo
críticas da maioria das entidades filiadas à Fenajufe, de
Norte a Sul do país, a exemplos dos estados de Minas, São
Paulo, Rio Grande do Sul, Alagoas, Pernambuco e DF.
Brasília - 18/12/2009 - O Projeto de Lei nº 611/2007 que
congela os salários dos servidores públicos até o ano de 2016,
aprovado nesta quarta-feira [16] pelo Senado Federal, vem recebendo
críticas da maioria das entidades filiadas à Fenajufe, de Norte a
Sul do país, a exemplos dos estados de Minas, São Paulo, Rio Grande
do Sul, Alagoas, Pernambuco e DF.
Durante o movimento grevista dos servidores pelo imediato reajuste
salarial da categoria, o Sindiquinze destacou, por exemplo, a
importância da paralisação para que o PCS/2009 fosse encaminhado ao
Congresso Nacional antes da aprovação do PLS 611 [veja
os nomes dos 48 senadores que votaram à favor do projeto e contra o
servidor].
“A greve foi providencial para o envio do PL 6613/2009 na Câmara dos
Deputados antes desta aprovação, pois, desta forma, poderemos
trabalhar para que o congelamento não afete o PCS dos servidores”,
enfatiza o presidente do sindicato, Joaquim Castrillon.
Em 2010, o Sindiquinze trabalhará intensamente, através da
assessoria parlamentar em Brasília, para que o Projeto aprovado no
Senado não interfira na tramitação do PL 6613/2009.
Fonte: Fenajufe e Sindiquinze

Confira a minuta aprovada pelo CNMP.
É com
muita satisfação que divulgamos a minuta que foi aprovada ontem,
16/12, por unanimidade pelo CNMP. Ressaltamos que o documento
foi aprovado com todas as ressalvas requeridas pelo Fórum das
Associações dos Servidores do MPU ao procurador-geral da
República, nos termos do relatório protocolado no dia 7 de
dezembro.
Dentre as ressalvas, está a questão do duplo subteto. Na
proposta da Administração havia a criação do alfanumérico 19-A.
Como o tema em questão já é tratado pelo Art. 19 (Lei
11.415/2006), as associações manifestaram entendimento para que
a Administração reproduzisse, nesse aspecto, o mesmo
entendimento que foi aceito pelos sindicatos dos servidores do
Poder Judiciário, ou seja, apenas um subteto. A proposta foi
atendida.
Fonte: site
ASMPF/DF
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